A Sílica Ativa e sua contribuição para a sustentabilidade
Estudo Técnico A Sílica Ativa e sua contribuição para a sustentabilidade Mas o que é, afinal, sustentabilidade? O desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades. Isso significa cuidar dos aspectos ambientais, sociais e econômicos e buscar alternativas para sustentar a vida na Terra sem prejudicar a qualidade de vida no futuro. Como a Sílica Ativa pode contribuir com projetos que levem em conta a sustentabilidade? Sua contribuição está ligada aos seguintes atributos: redução do consumo de energia; redução na emissão de CO2; economia de recursos naturais; aumento da vida útil das estruturas. Neste texto, procuramos inserir alguns dados práticos sobre os materiais empregados na confecção do concreto armado, bem como seus respectivos impactos no consumo de energia e emissão de CO2. O objetivo é motivar a reflexão a respeito do quanto podemos contribuir para a sociedade, pelo simples fato de fazermos escolhas conscientes. A nossa busca deve ser pautada pelo uso mais eficiente dos recursos naturais. Dessa forma, conseguiremos não apenas retardar o esgotamento destes recursos, mas desenvolver soluções e projetos que não somente poluam menos em sua implantação, com menores consumos de energia e emissões, mas que tenham um longo ciclo de vida útil, com mais de 100, 200 anos e não seus 30 a 50 anos, normalmente usuais. Faça o download do estudo completo
Agressão Química em concretos com Sílica Ativa
Estudo Técnico Agressão Química em concretos com Sílica Ativa Sílica Ativa x Ataque Químico Entre as diversas potencialidades de emprego da sílica ativa para melhoria das propriedades do concreto em relação à durabilidade, pode-se citar o comportamento destes concretos frente a ação de agentes agressivos. Em convênio com o Grupo de Pesquisa do NORIE, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob coordenação da Prof. Denise Dal Molin, foram realizados ensaios de desempenho empregando-se substâncias químicas agressivas utilizadas na indústria de alimentos, bebidas, produtos químicos, produtos de higiene, entre outras. A fim de acelerar o processo de ataque químico foram realizados ciclos de agressão em concretos sem a adição de sílica ativa e com 6% de adição, medindo-se a perda de massa comparativa entre concretos com e sem a adição de sílica ativa em baixo teor Faça o download do estudo completo
Análise de pilares de concretos de alta resistência com adição de fibras metálicas submetidos a compressão centrada
Estudo Técnico Análise de pilares de concretos de alta resistência com adição de fibras metálicas submetidos a compressão centrada GUIMARÃES, A.E.P.(1999). Análise experimental de pilares de concreto de alta resistência com adição de fibras metálicas submetidos à compressão centrada. São Carlos. Tese de Doutorado – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo. O Concreto de Alto Desempenho (CAD) tem sido extensivamente estudado em muitos centros de pesquisas porque seu uso tem aumentado de maneira significativa na construção civil. Mas a fragilidade deste material, quando a resistência à compressão é alta, tem levado os pesquisadores a estudar maneiras de diminuir esta característica, como por exemplo aumentando as taxas de armaduras transversal e/ou longitudinal dos elementos estruturais em concreto armado. Este trabalho trata do uso de fibras adicionadas ao concreto para uso em pilares submetidos à compressão, visando dar subsídios técnicos em outra maneira de se obter ductilidade em elementos de concreto de alta resistência, utilizando taxas usuais de armadura transversal. Apresenta-se um estudo experimental sobre pilares em concreto de alto desempenho com adição de fibras metálicas, com seção transversal de 200mm x 200mm e altura de 1200mm, submetidos à compressão centrada, onde o concreto apresenta uma resistência média à compressão de 80 MPa. As taxas volumétricas de fibras foram de 0,25%; 0,50%, 0,75% e 1,00%, adotaram-se taxas volumétricas de estribos de 0,55%, 0,82% e 1,63% e a taxa geométrica de armadura longitudinal de 2,41% permaneceu a mesma para todos os pilares. Percebeu-se que a ruptura dos pilares foi mais dúctil quanto maior era a quantidade de fibras adicionadas ao concreto. Na análise teórica feita com os modelos, constatou-se que somente a seção transversal do núcleo, ou seja, aquela delimitada pelos eixos dos estribos, contribui para a resistência dos pilares, para pequenas taxas de fibras adicionadas ao concreto. Faça o download do estudo completo
Ataque do concreto compactado com rolo por águas puras
Estudo Técnico Ataque do concreto compactado com rolo por águas puras O presente trabalho tem como objetivo verificar, através de um programa experimental desenvolvido no Centro Tecnológico de Engenharia Civil de Furnas Centrais Elétricas S.A. (em Goiânia-GO), a deterioração do concreto compactado com rolo (CCR) devida à ação de água pura. Para tanto, corpos-de-prova de CCR, dosados com 90 kg/m3 de aglomerante (com e sem substituição parcial de cimento Portland por sílica ativa), foram submetidos a um processo acelerado de lixiviação através de percolação de água deionizada durante 4 meses, utilizando o aparato empregado no ensaio de permeabilidade à água sob pressão (ABNT NBR 10786: 1989). A água lixiviada ao longo deste período foi monitorada através de análises químicas, com o intuito de verificar os principais compostos que estavam sendo removidos do concreto. Ao final do experimento, foram avaliadas as alterações na resistência à compressão e na permeabilidade, bem como as mudanças ocorridas em nível microestrutural através da técnica de microscopia eletrônica de varredura. Faça o download do estudo completo
Ataque por sulfatos ao concreto compactado com rolo
Estudo Técnico Ataque por sulfatos ao concreto compactado com rolo Mas o que é, afinal, sustentabilidade? O desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades. Isso significa cuidar dos aspectos ambientais, sociais e econômicos e buscar alternativas para sustentar a vida na Terra sem prejudicar a qualidade de vida no futuro. Como a Sílica Ativa pode contribuir com projetos que levem em conta a sustentabilidade? Sua contribuição está ligada aos seguintes atributos: redução do consumo de energia; redução na emissão de CO2; economia de recursos naturais; aumento da vida útil das estruturas. Neste texto, procuramos inserir alguns dados práticos sobre os materiais empregados na confecção do concreto armado, bem como seus respectivos impactos no consumo de energia e emissão de CO2. O objetivo é motivar a reflexão a respeito do quanto podemos contribuir para a sociedade, pelo simples fato de fazermos escolhas conscientes. A nossa busca deve ser pautada pelo uso mais eficiente dos recursos naturais. Dessa forma, conseguiremos não apenas retardar o esgotamento destes recursos, mas desenvolver soluções e projetos que não somente poluam menos em sua implantação, com menores consumos de energia e emissões, mas que tenham um longo ciclo de vida útil, com mais de 100, 200 anos e não seus 30 a 50 anos, normalmente usuais. Faça o download do estudo completo
Avaliação da eficiência de sistemas de reparo no combate a Iniciação e a propagação da corrosão da armadura por cloretos
Estudo Técnico Avaliação da eficiência de sistemas de reparo no combate a Iniciação e a propagação da corrosão da armadura por cloretos O presente trabalho avaliou a eficiência de cinco sistemas de reparo no combate à iniciação e à propagação da corrosão do aço por cloretos, os quais são: sistemas de reparo formados com argamassa e barras de aço sem pintura (argamassa 1:3 a/c=0,5; argamassa 1:3 a/c=0,5 com adição de 2% de inibidor de corrosão (nitrito de sódio) em relação à massa do cimento; argamassa 1:3 a/c=0,5 com adição de 20% do polímero estireno butadieno (SBR) em relação à massa do cimento; argamassa 1:3 a/c=0,5 com adição de 10% de sílica ativa em relação à massa do cimento) e sistema de reparo formado com argamassa 1:3 a/c=0,5 com pintura de zinco nas barras de aço. A avaliação se deu através de ensaios de corrosão acelerada, usando ciclos de umedecimento e secagem, em corpos de prova prismáticos (45x80x90mm) confeccionados com as argamassas dos sistemas de reparo a serem testados, possuindo no seu interior duas séries de duas barras de 5mm de diâmetro distantes 5mm e 10mm das faces. Foram efetuados também ensaios complementares nas argamassas, classificados em ensaios de durabilidade: absorção por imersão (NBR 9778/87), absorção por capilaridade (NBR 9779/95), difusão de cloretos (usando fatias de 10mm de espessura de corpos de prova cilíndricos de 5mm de diâmetro) e determinação do teor de cloretos na argamassa, e ensaios mecânicos: módulo de elasticidade (NBR 8522/84) e resistência à compressão (NBR 5739/93). Além dos ensaios supracitados, elaborou-se uma análise do custo/benefício da utilização dos sistemas de reparo em estudo. Todos os corpos de prova (cilíndricos e prismáticos) foram curados em câmara úmida por 7 dias e posteriormente em ambiente de laboratório até completarem 28 dias, idade onde se iniciou todos os ensaios. Os resultados apontam uma superioridade, no ensaio de corrosão acelerada e nos ensaios complementares de durabilidade, do sistema de reparo com adição de estireno-butadieno (SBR) seguido em ordem decrescente, do sistema com adição de sílica ativa, do sistema com adição de nitrito de sódio e do sistema com pintura de zinco nas barras. Nos ensaios complementares mecânicos, o sistema de reparo com adição de sílica ativa apresentou os melhores resultados, seguido do sistema de reparo com adição do inibidor de corrosão. A análise custo/benefício aponta o sistema de reparo com adição de sílica ativa como o mais viável economicamente, seguido, em ordem decrescente de desempenho, dos sistemas com adição de nitrito de sódio, com adição de estireno-butadieno e com pintura de zinco nas barras. Faça o download do estudo completo
Comparativo entre concretos produzidos com Sílica Ativa em pó e Sílica Ativa em forma de lama
Estudo Técnico Concreto Projetado Desde o início do século se usa no mundo o concreto projetado e no Brasil desde a década de 60. Vem da língua inglesa a expressão gunite, como também é conhecido, termo que lembra uma pistola ou um canhão. Devido a características próprias, se presta a inúmeras aplicações, onde requer o uso de formas especiais ou em locais de acesso complicado que dificultam ou encarecem o serviço. É também o mais indicado, se não o único, para realização de concretagens urgentes em socorro de estruturas acidentadas. Basicamente pode ser de dois tipos; projeção por via úmida ou via seca. Na via úmida o concreto pronto é introduzido na máquina para projeção, onde recebe um jato de ar e é lançado contra a superfície a ser concretada. No processo por via seca, a máquina recebe a mistura de cimento e agregados e, por meio de mecanismos de discos alveolares ou câmaras duplas, recebe o fluxo de ar e é transportado seco pelo mangote até o bico de projeção, onde recebe uma injeção, sob pressão, da águanecessária controlada pelo operador de projeção ou mangoteiro. Nos últimos anos têmse adotado um procedimento que melhorou e facilitou a projeção via seca. Consiste no préumedecimento da mistura durante o trajeto até obico de projeção.O mangote é seccionado a mais ou menos cinco metros antes do bico onde é conectado um dispositivo que permite a injeção da água.Este pré umedecimento facilita a aplicação, inclusive diminuindo a quantidade de pó gerado na 2 operação. Reduz também a reflexão – ribound, característica dos concretos projetados, onde, a mistura ao ser lançada sob pressão, provoca o ricochete de partículas maiores, alterando inclusive o proporcionamento de agregados do traço e suas propriedades. Faça o download do estudo completo
Concreto Projetado
Estudo Técnico Concreto Projetado Desde o início do século se usa no mundo o concreto projetado e no Brasil desde a década de 60. Vem da língua inglesa a expressão gunite, como também é conhecido, termo que lembra uma pistola ou um canhão. Devido a características próprias, se presta a inúmeras aplicações, onde requer o uso de formas especiais ou em locais de acesso complicado que dificultam ou encarecem o serviço. É também o mais indicado, se não o único, para realização de concretagens urgentes em socorro de estruturas acidentadas. Basicamente pode ser de dois tipos; projeção por via úmida ou via seca. Na via úmida o concreto pronto é introduzido na máquina para projeção, onde recebe um jato de ar e é lançado contra a superfície a ser concretada. No processo por via seca, a máquina recebe a mistura de cimento e agregados e, por meio de mecanismos de discos alveolares ou câmaras duplas, recebe o fluxo de ar e é transportado seco pelo mangote até o bico de projeção, onde recebe uma injeção, sob pressão, da água necessária controlada pelo operador de projeção ou mangoteiro. Nos últimos anos têmse adotado um procedimento que melhorou e facilitou a projeção via seca. Consiste no préumedecimento da mistura durante o trajeto até o bico de projeção. O mangote é seccionado a mais ou menos cinco metros antes do bico onde é conectado um dispositivo que permite a injeção da água. Este pré umedecimento facilita a aplicação, inclusive diminuindo a quantidade de pó gerado na 2 operação. Reduz também a reflexão – ribound, característica dos concretos projetados, onde, a mistura ao ser lançada sob pressão, provoca o ricochete de partículas maiores, alterando inclusive o proporcionamento de agregados do traço e suas propriedades. Faça o download do estudo completo