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Case: Recuperação de Pavimento em Aeroportos

Cases de Sucesso Case: Recuperação de Pavimento em Aeroportos Problema O Aeroporto apresentava trechos de pavimento deteriorados, com falhas estruturais que comprometiam a segurança e a operação de serviço. A demanda exigia uma solução com alta resistência mecânica, aderência eficiente e, principalmente, rápida liberação. Necessidade Técnica O desafio técnico envolvia a recuperação de áreas críticas do pavimento rígido, exigindo: Alto desempenho mecânico; Aplicação em grandes espessuras de uma única vez; Aderência superior a 2,0 MPa entre o novo material e o concreto existente; Acabamento antiderrapante e liberação em poucas horas rápida para tráfego. Solução Aplicada A Tecnosil propôs o uso do Tecnogrout EP200, um graute epoxídica tri-componente de alta performance. O processo de recuperação envolveu: Preparação do Substrato – Limpeza completa da base para garantir aderência; Aplicação de Primer – Utilização da mistura dos componentes A e B como ponte de aderência entre o concreto e o material; Mistura e Aplicação do Produto – O Tecnogrout EP200 foi misturado em seus três componentes, respeitando a ordem e os tempos indicados para garantir sua eficiência; Acabamento Antiderrapante – Permitindo a liberação do pavimento em até 3 horas após a aplicação com superfície antiderrapante. Produtos Utilizados Tecnogrout EP200 (cor natural e grafite) – Graute epóxi de alta resistência, com reação exotérmica estabilizada, permitindo aplicação em grandes espessuras e ideal para reparos rápidos. Resultados O reparo foi realizado com sucesso, devolvendo ao Aeroporto um pavimento seguro, durável e funcional com tempo mínimo de paralisação. A combinação de tecnologia e rapidez reforça o compromisso da Tecnosil com soluções de alta performance para Obra de infraestrutura.

Museu do Amanhã: um marco da arquitetura no Brasil!

Marco da arquitetura no Brasil e um dos pilares mais marcantes das obras de revitalização da zona portuária do Rio, o Museu do Amanhã se tornou um verdadeiro símbolo para a cidade, mas mais do que isso, representa também um modelo de construção que reúne modernidade, eficiência e sustentabilidade. Além disso, a Tecnosil esteve diretamente presente na construção do monumento, contribuindo não somente com o fornecimento de insumos cimentícios de tecnologia avançada, como também foi um player essencial para a sustentabilidade da obra. Quer saber um pouco mais sobre este incrível projeto e mergulhar em algumas curiosidades que o tornam algo único, inovador e inspirador para a construção civil no Brasil? Então, boa leitura! Um pequeno apanhado sobre a história do Museu do Amanhã Localizado na Praça Mauá, Zona Portuária do Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã é uma das obras recentes mais icônicas já realizadas no Brasil, tendo sido inaugurado em dezembro de 2015 ao longo do projeto de revitalização de toda aquela região. A obra foi idealizada por um dos maiores nomes da arquitetura mundial, o espanhol Santiago Calatrava que, segundo ele, teria se inspirado nas bromélias do Jardim Botânico para a elaboração final de seu plano. Com um design inovador e harmonioso a todos os elementos ao seu redor, o Museu do Amanhã conta com mais de 15 mil metros quadrados de área construída, uma altura de mais de 20 mil metros e incríveis 330 metros de comprimento à beira da magnífica Baía de Guanabara. Sustentabilidade também foi marca dessa obra arquitetônica Muito além da beleza e oponência do monumento, o Museu do Amanhã se tornou um marco da arquitetura sustentável no país, tendo em vista as inúmeras iniciativas e compromissos assumidos ao longo do projeto, desde a utilização da Sílica Ativa em sua construção, até o reaproveitamento da água do mar como insumo para o sistema de refrigeração interna do prédio e da manutenção dos espelhos d’água ao seu redor. Com essas e muitas outras responsabilidades, a obra obteve a certificação LEED (Liderança em Energia e Projeto Ambiental), concedida pelo USGBC (Green Building Council) e se tornou um modelo exemplar de construção sustentável no Brasil e no mundo. Tecnosil fez parte dessa história Referência em soluções inteligentes e sustentáveis para a construção civil, a Tecnosil teve uma participação essencial na construção do Museu do Amanhã, fornecendo insumos e aditivos para o uso de um concreto de alto desempenho, resistência e alcançando os mais altos índices de sustentabilidade: a Sílica Ativa. Com isso, além de garantir mais eficiência e durabilidade à toda a estrutura do museu, o trabalho da Tecnosil foi imprescindível para reduzir os impactos ambientais da obra, bem como: Redução do consumo de energia e CO2; Aumento da vida útil do concreto; Economia de recursos naturais; Baixa permeabilidade, porosidade e absorvidade; Melhor desempenho à abrasão e erosão. Ao todo, foram mais de 55 mil toneladas de concreto utilizadas na construção e que contaram com a tecnologia e inovação da Tecnosil para a conclusão de uma das maiores obras arquitetônicas recentes do mundo, e o melhor, com um novo olhar sobre o futuro e as novas gerações. Curtiu? Então, compartilhe em suas redes sociais e ajude a espalhar iniciativas de obras como a do Museu do Amanhã que nos enchem de orgulho.

Juntas de dilatação de obras de arte: o que são e quais os principais tipos?

As juntas de dilatação de obras de arte são indispensáveis em diversos projetos de engenharia e têm papel fundamental em permitir a movimentação das estruturas devido às deformações oriundas da variação térmica que ocasiona a dilatação e contração das estruturas. Mas para entender melhor e com mais detalhes o que são essas aberturas previstas, suas funções práticas e a importância de se atentar à qualidade dos materiais usados em cada projeto, nós preparamos este post com dicas e informações úteis sobre o tema. Sendo assim, sem grandes delongas, vamos direto ao ponto. Boa leitura! O que são juntas de dilatação de obras de arte? Antes de tudo, para a melhor compreensão sobre o que são e para que servem as juntas de dilatação, é importante entender o que são obras de arte na engenharia civil. As obras de arte são o conjunto de obras de Engenharia Civil que têm por finalidade transpor obstáculos, tais como rodovias, avenidas, vales, rios, edificações e perfis geológicos acidentados, na maioria dos casos fazem parte de redes viárias destinadas à circulação de pessoas, veículos terrestres de todos os tipos e portes, embarcações e em alguns casos transporte mecanizado de cargas. Logo, exemplos de obras de arte na engenharia podem ser os túneis, as pontes e os viadutos, com funções de circulação pedonal, cicloviária, rodoviária, ferroviária, metroviária, aeroportuária ou mista. Visto isso, as juntas de dilatação de obras de arte se definem como aberturas previstas nesses tipos de estruturas segmentadas, que visam permitir uma movimentação adequada entre as partes, sem que haja um vão muito grande e que as deformações decorrentes da variação térmica venham causar fissuras ou outras manifestações patologias. Além disso, as juntas de dilatação são seladas para que não ocorra a percolação de água, deixando a estrutura exposta ao intemperismo, favorecendo a ocorrência de manifestações patológicas. Ou seja, há também uma função imprescindível de vedação entre as partes. Quais são os principais tipos? As juntas de dilatação precisam fazer parte das obras de arte, pois são as aberturas que dividem as estruturas da construção e que possibilitam o movimento delas, garantindo que não ocorrerá a transmissão de esforços de uma para a outra. Há uma infinidade de categorias de juntas de dilatação de obras de arte e as principais delas e mais utilizadas no brasil são: Juntas com selante a base de poliuretano moldado in loco; Juntas com selante a base de silicone moldado in loco; Juntas com perfil elastomérico pré-formado. A maioria dos sistemas para juntas de dilatação de obras de arte, necessitam da execução dos “berços”, estruturas rígidas que compõem o sistema promovendo sustentação e do elemento flexível, selante moldado in loco ou perfil elastomérico pré-formado. O papel principal dos berços nas juntas de dilatação é garantir que o elemento flexível seja aderido num substrato resistente evitando o esborcinamento, que significa a quebra das bordas da junta, e compromete o desempenho e durabilidade do sistema. Os berços nas juntas de dilatação podem ser construídos com grautes cimentícios ou microconcreto epoxídico, nos dois casos o material precisa ser desenvolvido especificamente para essa finalidade, para que tenha requisitos de resistência que atenda às necessidades desse elemento. Na maioria dos casos, quando se utiliza os grautes cimentícios na construção dos berços nas juntas de dilatação, também é executado um reforço de borda conhecido com lábio polimérico, com argamassa epoxídica, na região onde é instalado perfil elastomérico, com objetivo de conferir maior resistência nas bordas. A Tecnosil é uma empresa especializada em soluções para juntas de dilatação de obras de arte, tendo na sua linha de produtos grautes cimentícios e epoxídicos para as mais diversas necessidades de operação, podendo possibilitar a liberação do trafego uma hora após a conclusão da aplicação do produto. Portanto, se você quer saber mais sobre as juntas de dilatação utilizadas nas obras de arte e que tipo de solução é a mais indicada para seus projetos, contate um de nossos especialistas. (Imagens: divulgação)

Concreto autoadensável: conheça alguns ensaios e aplicações práticas!

Os aditivos para concreto da Tecnosil podem ter funcionalidades diversas nas propriedades físicas do material e, dessa forma, agregar inúmeras vantagens às aplicações dos mais variados e complexos projetos, desde a facilidade de manuseio, até o aumento da resistência da estrutura final, formando assim, o que chamamos de concreto autoadensável. Porém, vista a diversidade de suas aplicações, o uso de aditivos para concreto muitas vezes precisa atender à requisitos específicos de cada projeto, o que envolve, por exemplo, análises detalhadas da mistura, ensaios técnicos, avaliação de resultados, entre outros aspectos fundamentais. E para melhor exemplificar isso, hoje, nós tomamos como base um case real de um cliente da Tecnosil. Trata-se de uma empresa multinacional, líder mundial na construção de torres eólicas e que busca uma solução que atenda requisitos específicos para a concretagem adequada de suas aduelas. Com isso, compartilhamos a seguir alguns destes estudos, suas características e informações úteis para o case em questão, mas que também podem ser aplicadas ou personalizada aos requisitos de qualquer outro projeto. Boa leitura! O que é concreto autoadensável e suas aplicações? O concreto autoadensável é obtido a partir da adição de aditivos superplastificantes e estudo de dosagens dos agregados disponíveis na obra, o que garante uma melhora na reologia do concreto tornando-o mais fluido que o concreto convencional e, por sua vez, mais homogênea, resistente e durável. Sua aplicação é muito variável e, por apresentar uma fluidez superior, possibilita preencher espaços com a sua própria gravidade, sem necessidade, por exemplo, de equipamentos e vibrações. É indicado principalmente para concretagens de peças armadas, estruturas pré-moldadas, painéis em concreto, lajes, vigas, postes, formas em alto relevo, entre outros, proporcionando ganho de resistência, praticidade operacional e redução de custos. Qual a importância dos ensaios com aditivos para concreto? Os aditivos para concreto possibilitam mudanças importantes nas propriedades físicas das misturas cimentícias, proporcionando assim diferentes características à massa final. Na prática, isso tem influência direta em variados fatores essenciais de um projeto, como resistência, segurança, custos, consumo de insumo, entre outros. E como cada projeto pode demandar aspectos distintos, são os ensaios técnicos com os aditivos para concreto que vão direcionar e resultar na mistura mais adequada e ideal, conforme as necessidades daquela peça. Com isso, os testes de aditivos nos concretos levam em consideração uma série de ensaios e análises técnicas pelos fornecedores e clientes, desde os níveis de cada mistura, o tempo de escoamento, adensabilidade, tempo de cura, entre muitos outros. Quais tipos de ensaios para concreto autoadensáveis utilizados em nosso case? Trazendo as questões destacadas acima aos ensaios realizados em nosso case na Tecnosil, nós utilizamos algumas técnicas padrões para a realização destes testes e os detalhamos melhor a seguir. O aditivo utilizado neste case foi o superplastificante SILICON AD 60404M, um dos carros-chefes da empresa e que pode ser aplicado em diferentes outros projetos. Os requisitos necessários para esta mistura, que formaria o corpo das aduelas para as torres eólicas do cliente, basicamente foram: Resistência inicial de 20 Mpa em 8 horas; Mínimo 45 MPa nos primeiros 3 dias e 77 MPa nos 28 dias; Manutenção de 40 minutos; Ausência de exsudação e segregação. Vale destacar aqui ainda, que os ensaios realizados no case levaram em consideração não apenas o aditivo para concreto, mas também uma dosagem ideal de outros componentes, como brita, areia, cimento e água, baseado em estudos prévios de granulometria e empacotamento de partículas. Na prática, isso garante uma melhor otimização da mistura, reduzindo custos desnecessários e aprimorando a eficiência final do concreto. Visto tudo isso, vamos conferir, in loco, os ensaios realizados para a obtenção do concreto aditivado deste cliente. Slump Flow O ensaio de Slump Flow serve para analisar a “abertura” do concreto e medição do diâmetro da massa. A partir desta testagem, é possível também medir as questões de exsudação e segregação da mistura do concreto aditivado. No primeiro caso, a exsudação, se dá quando há um volume elevado de água na parte superior da massa, o que não ocorre no vídeo, já que a mistura está devidamente homogênea. Já no caso da segregação do concreto, isso ocorre quando a massa gruda na chapa, é quando há uma separação dos materiais, o que também não aconteceu nos ensaios em questão. Caixa L O ensaio da Caixa L com concreto aditivado visa medir a velocidade de adensamento da massa. Ou seja, ele analisa o tempo de escoamento da mistura e capacidade de passagem do volume em determinados espaços confinados. A testagem da Caixa L para concreto também leva em consideração requisitos mínimos previstos em normas de segurança, o que, no caso da Tecnosil atende estes limites. Anel J A testagem do concreto aditivado com o Anel J visa, principalmente, medir e analisar as características inerentes à fluidez e ao escoamento da mistura. A diferença para o ensaio anterior, é que neste, o anel inferior serve como uma “barreira” para a massa. Mas apesar disso, a testagem se deu positiva, já que o diâmetro do concreto atingiu aos requisitos mínimos e esperados. Funil V Outro ensaio padrão para concretos é o chamado Funil V, que por sua vez, visa medir o tempo e velocidade de escoamento da mistura. Por se tratar de um concreto autoadensável, perceba que a massa não necessita de vibração para escoar, como ocorreria em uma mistura convencional. A mistura com o aditivo permite essa fluidez mais fácil e leve, resultando no escoamento de cerca de 6s para a testagem em questão, o que é considerado ótimo e atendendo aos requisitos do cliente. T50 Semelhante ao ensaio de Slump Flow, este teste chamado T50, marca exatamente o tempo em que o concreto atinge a marca de 50 centímetros, o que pode ser mensurado por meio de uma régua comum (vídeo) ou por marcas já definidas na chapa. No caso da testagem do cliente, o resultado foi 1,28s necessários para chegar à esta marca.   Em resumo, esses foram os ensaios de concreto autoadensável realizados para um case em específico, mas que abre a possibilidade

Cristalizante para concreto: saiba mais sobre esse método de impermeabilização e proteção do concreto.

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O que é cristalizante para concreto? Cristalizante para concreto é um sistema de tratamento químico para o concreto que reduz muito a permeabilidade desse material, através da formação de cristais oriundos da reação química dos compostos do cristalizante com substancias existentes no cimento, em presença de água. O cristalizante também confere ao concreto a propriedade de auto cicatrização, que consiste na colmatação de fissuras até 0,4 mm, quando ocorrer a percolação de água devido ao potencial de formação de cristais que permanece na estrutura durante toda a vida útil da estrutura. O cristalizante é um aditivo em pó, que é adicionado ao concreto no seu estado fresco, com objetivo de promover as características descritas acima no seu estado endurecido. A sua aplicação tem por objetivo aumentar a durabilidade do concreto, tornando-o resistente a ataques de agentes agressivos e selando fissuras que possibilitem a penetração de água. Essa tecnologia pode ser aplicada nas seguintes áreas: Reservatórios e estações de tratamento de água e esgoto; Piscinas; Áreas industriais e portuárias; Túneis e outras estruturas subterrâneas; Fundações; Pré-moldados de concreto expostos a meios agressivos. Quais são os benefícios de utilizar cristalizante para concreto? Impermeabilização A impermeabilização é feita de forma permanente, uma vez que os cristais passam a fazer parte integrante do concreto, com isso não há a necessidade de substituir ou fazer manutenção no sistema de impermeabilização, que na maioria das vezes demanda também a substituição de revestimentos de acabamento e a interdição de funções operacionais da edificação. O sistema de cristalização é o método de impermeabilização e proteção mais eficiente para estruturas enterradas, sujeitas a pressão hidrostática negativa, visto que nesse caso não é possível executar manutenção nos sistemas de impermeabilização convencionais, quando executados pelo lado enterrado da estrutura, o que geralmente causa infiltração e outras manifestações patológicas na estrutura após o período de vida útil desses sistemas. Quando os sistemas convencionais são aplicados pelo lado interno das estruturas enterradas eles não protegem a estrutura da absorção de umidade, o que também permite a ocorrência de manifestações patológicas. Auto Cicatrização A propriedade de auto cicatrização do concreto minimiza a necessidade de intervenções para manutenção das estruturas, reduzindo os custo referentes à esses eventos, e as interferências causadas pelas interdições para execução das manutenções. Aumenta a durabilidade A impermeabilização do concreto aumenta substancialmente a durabilidade da construção visto que impede a penetração de agentes agressivos e também aumenta a resistência química do concreto possibilitando a sua utilização em contato com substancias com pH entre 3,5 e 14. Conheça o cristalizante para concreto da Tecnosil! O cristalizante para concreto da Tecnosil, Tecnocrystal Mix, é reconhecido pelo mercado e atende com alta qualidade as necessidades da indústria da construção civil. Esse produto também pode ser utilizado junto com a sílica ativa, para melhorar ainda mais as propriedades do concreto e minimizar os custos com os materiais. Se você tem interesse em obter mais informações a respeito da utilização de cristalizante no concreto, contate a Tecnosil e conheça mais detalhes! (Imagens: divulgação)

Manifestação patológica: segregação do concreto (bicheira no concreto)

Nesse post apresentamos o que é, como evitar e o que fazer para eliminar a segregação no concreto. Continue lendo e saiba mais sobre o assunto! O que é, exatamente, a bicheira no concreto? A segregação no concreto, também conhecida como bicheira ou ninho, ocorre quando acontecem falhas no preenchimento das formas, durante os processos de concretagem, são aqueles vazios que ficam entre os agregados graúdos nas estruturas de concreto. Nunca podemos considerar que essa manifestação patologia é um problema somente estético, visto que as peças de concreto armado são projetadas para serem monolíticas, e essa característica é fundamental para o desempenho estrutural e para a durabilidade dessas peças. O que causa essa manifestação patológica? As causas da segregação do concreto ocorrem em função de algumas situações que precisam ser observadas e podem ser evitadas, tais como: Lançamento de concreto O lançamento de concreto, quando ocorre em altura superior a 3 metros, sem os devidos cuidados com a especificação do traço do concreto adequado para tal situação, e sem um adensamento adequado, certamente vai resultar no aparecimento dessas falhas. Essa é uma das causas mais comuns. Adensamento mecânico ou manual “Vibração” Outro ponto a ser observado e que causa a bicheira no concreto está relacionado ao adensamento do concreto durante o lançamento na forma. Quando a vibração da mistura é realizada de maneira excessiva pode ocorrer a segregação de componentes. Por outro lado, uma vibração insuficiente faz com que a homogeneidade do concreto, quando da distribuição sobre as formas, fique comprometida. Escorrimento da nata de cimento Quando os moldes não são estanques, o problema também pode acontecer, uma vez que pode ocorrer o escorrimento da nata de cimento pelas frestas, enquanto a brita fica acumulada na parte superior. Compatibilização dos projetos de forma e armação com o traço de concreto Finalmente, outra causa para as falhas está na falta de compatibilização dos projetos de forma e armação com o traço de concreto. O concreto precisa ter a granulométrica do maior agregado compatível com o menor espaçamento da armadura, além da plasticidade e fluidez do material em acordo com a geometria da forma. Qual é o tratamento para bicheira no concreto? Os problemas que envolvem bicheira no concreto exigem tratamentos adequados através da aplicação de materiais desenvolvidos especificamente para a sua recuperação, atendendo aos procedimentos específicos. Atendendo as viabilidades técnicas e econômicas, é recomendável que as recuperações estruturais para o tratamento de segregações com profundidade de até 5 centímetros sejam executadas com argamassa polimérica estrutural. Já nos reparos com profundidade superior a 5 centímetros, a recomendação é que sejam aplicados grautes cimentícios. Além da recuperação das estruturas, é fundamental que sejam diagnosticadas as causas das bicheiras, para que se possa corrigir o processo de concretagem e evitar esses problemas e custos adicionais. Caso você ainda tenha dúvidas a respeito da bicheira no concreto, contate a Tecnosil, podemos ajudar com os melhores aditivos para a correção dessa situação! (Imagens: divulgação)

TECNOGROUT 2090 FT: o microconcreto cimentício ideal para obras em portos, aeroportos e rodovias

Neste post falaremos sobre essa nova solução e seus diferenciais. Confira e entenda a sua importância. Como o TECNOGROUT 2090 FT surgiu? Antes do desenvolvimento do TECNOGROUT 2090 FT, os microconcretos mais modernos disponíveis no mercado, apresentavam geralmente trabalhabilidade de 15 minutos a 20 °C e atingiam 20 Mpa em 2 horas. Porém geralmente ocorriam problemas durante a aplicação, já que no Brasil a temperatura do ambiente geralmente supera essa marca. Os materiais cimentícios, são muito sensíveis a variação de temperatura, portanto em locais com temperatura ambiente elevada, o tempo de trabalhabilidade desses materiais diminui, por essa razão em poucos minutos os materiais entravam no estado de pega, perdiam trabalhabilidade, impedindo que a aplicação fosse concluída em conformidade com os requisitos de qualidade das obras, e na maioria das vezes, gerando retrabalho e desperdício de materiais. Sabendo dessa necessidade, o TECNOGROUT 2090 FT foi criado para possibilitar que as aplicações sejam feitas num período de tempo maior, e para atingir resistência mecânica superior que os materiais de mercado, em menos tempo de cura. Esse microconcreto é indicado para quais aplicações? É ideal para aplicações em substratos com até 10 % de inclinação, que necessitem a liberação de carga em 90 minutos Sendo assim, o uso do TECNOGROUT 2090 FT é recomendado para aeroportos, portos, pisos industriais, pontes, viadutos e rodovias, aplicado na execução de reparos rápidos em diversos tipos de estruturas de concreto, tais como berços para juntas de dilatação, pavimentos rígidos e estruturas em geral. Quais são os benefícios do microconcreto TECNOGROUT 2090 FT? O TECNOGROUT 2090 FT consegue atingir uma trabalhabilidade de 25 minutos a 23 °C, ou seja, um ganho significativo de tempo para aplicação. Quanto a resistência mecânica, o TECNOGROUT supera 20 Mpa em 1h30 a 23 °C e apresenta excelentes resultados no ensaio de tração na flexão. O nosso produto já vem dosado com brita, otimizando mão de obra nos processos de aplicação e possibilitando a execução de estruturas de até 30 cm de altura, numa única aplicação. Entre em contato com a Tecnosil e fale com nossos especialistas. (Imagens: divulgação)

Grautes cimentícios: a solução para pontes e viadutos!

Se você trabalha no ramo da construção civil, com certeza já ouviu falar sobre grautes cimentícios. Os grautes cimentícios são muito utilizados para solucionar rapidamente problemas em estruturas de concreto sem prejudicar sua função por longos períodos. O uso desse produto apresenta vários benefícios para a obra, uma vez que possui alta aderência e aumenta a resistência mecânica. Neste post vamos falar sobre o que são grautes cimentícios, onde podem ser utilizados e quais os benefícios do seu uso. Continue lendo e confira! O que são grautes cimentícios? Chamamos de grautes cimentícios os materiais com consistência fluida, expansão controlada e resistência elevada que são utilizados para preencher vazios de estruturas de concreto. Na maior parte delas ocorre uma deterioração da peça ao longo do tempo, podendo causar até mesmo corrosão de armaduras, apresentando um risco real para todos. Para corrigir esse tipo de desgaste ou até mesmo um processo de concretagem falho são utilizados os grautes cimentícios. O produto também pode ser utilizado em preenchimentos de colunas, reforço de estruturas, fixação de equipamentos e ancoragem e chumbamento de tirantes e fixadores. Como os grautes cimentícios auxiliam na manutenção de pontes e viadutos? Pontes e viadutos são estruturas que sofrem grande ação do ambiente, aumentando a possibilidade de haver deterioração da estrutura, principalmente dependendo da porosidade do concreto. Além disso, muitas vezes o processo de concretagem ocorre de maneira falha, causando vazios nas estruturas e apresentando perigo para os usuários. Esse foi o caso da ponte sobre o Rio Jequitinhonha, localizada em Itapebi na Bahia, que apresentava um buraco de 1,5 metro de comprimento. Essa ponte faz parte da rota diária de cerca de 3 mil pessoas, sendo de extrema importância garantir a segurança de todos. Para solucionar o problema, foi feito uma recuperação estrutural da ponte, com concretagem de duas transversinas paralelas a transversina colapsada. A obra precisava ter um alto ganho de resistência para ser liberada para tráfego o mais rápido possível. Levando-se em conta a emergência e a necessidade de agilidade, foi utilizado os grautes cimentícios da Tecnosil, conhecido como Tecnogroug 202 HP. O reparo foi feito e garantiu a segurança de todos os usuários da ponte! Acesse o case completo neste link. Conheça o Tecnogrout 202 HP! O Tecnogrout 202 HP é um dos grautes cimentícios da Tecnosil. Esse produto é indicado para reparos rápidos em estruturas, juntas e pavimentos de concreto, especialmente em rodovias e aeroportos. Além disso, também é utilizado para fixação e nivelamento de base de equipamentos e ligação, e colagem de peças pré-moldadas. Por ter uma aplicação facilitada, é muito utilizado em grupamentos de áreas de difícil acesso e para elementos estruturais. Em relação aos benefícios do produto, podemos citar: resistências mecânicas iniciais e finais elevadas, serviços mais rápidos, alta aderência a concreto e armaduras, retração compensada, ausência de cloretos, resistência à compressão acima de 25 MPa em duas horas, alta resistência a impactos, desempenho elevado na tração e na flexão. Se você deseja conhecer nosso produto em profundidade, não deixe de baixar nossa ficha técnica para obter maiores informações. E se restou alguma dúvida sobre como ou quando utilizar grautes cimentícios em sua obra, não hesite em entrar em contato conosco!

O que é e quais são os benefícios da Sílica Ativa em Suspensão?

A sílica ativa em suspensão é uma excelente alternativa para combater um dos maiores problemas do concreto: a RAA, reação álcali-agregado. A RAA é a reação que ocorre no concreto no estado endurecido em idades tardias entre álcalis (óxido de potássio ou óxido de sódio).