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Museu do Amanhã: um marco da arquitetura no Brasil!

Marco da arquitetura no Brasil e um dos pilares mais marcantes das obras de revitalização da zona portuária do Rio, o Museu do Amanhã se tornou um verdadeiro símbolo para a cidade, mas mais do que isso, representa também um modelo de construção que reúne modernidade, eficiência e sustentabilidade. Além disso, a Tecnosil esteve diretamente presente na construção do monumento, contribuindo não somente com o fornecimento de insumos cimentícios de tecnologia avançada, como também foi um player essencial para a sustentabilidade da obra. Quer saber um pouco mais sobre este incrível projeto e mergulhar em algumas curiosidades que o tornam algo único, inovador e inspirador para a construção civil no Brasil? Então, boa leitura! Um pequeno apanhado sobre a história do Museu do Amanhã Localizado na Praça Mauá, Zona Portuária do Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã é uma das obras recentes mais icônicas já realizadas no Brasil, tendo sido inaugurado em dezembro de 2015 ao longo do projeto de revitalização de toda aquela região. A obra foi idealizada por um dos maiores nomes da arquitetura mundial, o espanhol Santiago Calatrava que, segundo ele, teria se inspirado nas bromélias do Jardim Botânico para a elaboração final de seu plano. Com um design inovador e harmonioso a todos os elementos ao seu redor, o Museu do Amanhã conta com mais de 15 mil metros quadrados de área construída, uma altura de mais de 20 mil metros e incríveis 330 metros de comprimento à beira da magnífica Baía de Guanabara. Sustentabilidade também foi marca dessa obra arquitetônica Muito além da beleza e oponência do monumento, o Museu do Amanhã se tornou um marco da arquitetura sustentável no país, tendo em vista as inúmeras iniciativas e compromissos assumidos ao longo do projeto, desde a utilização da Sílica Ativa em sua construção, até o reaproveitamento da água do mar como insumo para o sistema de refrigeração interna do prédio e da manutenção dos espelhos d’água ao seu redor. Com essas e muitas outras responsabilidades, a obra obteve a certificação LEED (Liderança em Energia e Projeto Ambiental), concedida pelo USGBC (Green Building Council) e se tornou um modelo exemplar de construção sustentável no Brasil e no mundo. Tecnosil fez parte dessa história Referência em soluções inteligentes e sustentáveis para a construção civil, a Tecnosil teve uma participação essencial na construção do Museu do Amanhã, fornecendo insumos e aditivos para o uso de um concreto de alto desempenho, resistência e alcançando os mais altos índices de sustentabilidade: a Sílica Ativa. Com isso, além de garantir mais eficiência e durabilidade à toda a estrutura do museu, o trabalho da Tecnosil foi imprescindível para reduzir os impactos ambientais da obra, bem como: Redução do consumo de energia e CO2; Aumento da vida útil do concreto; Economia de recursos naturais; Baixa permeabilidade, porosidade e absorvidade; Melhor desempenho à abrasão e erosão. Ao todo, foram mais de 55 mil toneladas de concreto utilizadas na construção e que contaram com a tecnologia e inovação da Tecnosil para a conclusão de uma das maiores obras arquitetônicas recentes do mundo, e o melhor, com um novo olhar sobre o futuro e as novas gerações. Curtiu? Então, compartilhe em suas redes sociais e ajude a espalhar iniciativas de obras como a do Museu do Amanhã que nos enchem de orgulho.